domingo, 13 de novembro de 2011




As circunstâncias das nossas acções nos fazem ficar perdidos.
A falta de direcção das nossas decisões nos leva ao vazio.
Somos lançados por nós próprios para um deserto.

Estando no deserto, fracos a nível psicológico, emocional e espiritual,
Começamos a ficar desesperados para obter água para saciar a nossa sêde.
Estamos tão perdidos em nós, que não encontramos essa água,
Tão, tão perdidos, que por vezes nos deixamos levar por miragens,

Mais tarde vemos que não valeu a pena ter seguido essas miragens.
Sozinhos, vazios, em desespero, começamos a desistir de tentar encontrar uma saída.

Quantas pessoas à nossa volta vemos passarem por esse deserto?

Até mesmo nas nossas Igrejas!
Mesmo estando no sítio certo para mudar, o deserto interior não nos deixa entender o privilégio que temos.

MESMO ASSIM HÁ ESPERANÇA!

Todos os desertos que passamos, são reacções das nossas próprias acções.
Quando decidimos a nossa vida sem o aconselhamento do Deus da sabedoria, mais tarde acabamos por entender que a sorte, os desejos da carne, a nossa vã astúcia, são simplesmente mirajem.

Como sair do nosso deserto?

É facil levantar do nosso lugar, e sensibilizados mostrar a dispisição de mudar.

Quantas vezes ja ouvimos de várias pessoas : " eu aceito, eu reconcilio, eu volto, eu estou devolta para ficar, etc."

A verdade é que disposição não é o mesmo que mudança e vitória.
Ninguém vence uma guerra devido à sua vontade de querer vencê-la.
Ninguém chega a realizar um sonho, simplesmente sonhando.

A disposição e vontade, podem ser fragilizadas após qualquer acontecimento marcante, e até mesmo quando realmente somos deparados novamente com a tal luta.

Temos de pedir aconcelhamento ao Pai relativamente às nossas acções.
Não é ser fantoches de Deus, porque para isso Ele não permitia este livre-arbítrio ao qual temos.
Mas sim, mostrar diferença desde então!
Agindo conforme a vontade dEle.
Decidindo com a Sua perfeita e exacta direcção.

Ele nos perdoa quando nos arrependemos, mas renova-nos, cura-nos, livra-nos e tira-nos do deserto quando agimos com arrependimento! É preciso agir!

O nosso Criador conhece-nos melhor do que ninguém, Ele sabe como cuidar de nós.
Precisamos de pôr Deus no centro, e deixar que Ele nos guie.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011


Se pudesses agora fechar os olhos e meditar neste momento:

A quem temos dado a mão?


Que coisas, atitudes e palavras temos agarrado firmemente nos nossos dias?
Que promessas e partidos nos têm abraçado?
A que sentimentos e valores temos cumprimentado?
A que decisões nos temos unido?
A que momentos temos puxado para nós?

Os problemas que ultrapassamos, por vezes está nas atitudes que tomamos, na mão que fechamos
para algumas coisas, e na mão que abrimos para outras.

O problema está em nós, e não nEle que está sempre disposto a estender as mãos, basta darmos as nossas mãos às coisas que para Ele são essenciais para a interferência dEle nas nossas vidas.

Abre a tua mão e cumprimenta-O!

Solta o teu coração!
Solta a tua voz,
Solta o teu ser.

Age enquanto podes,
Contribui enquanto ainda existem formas,
Cresce enquanto ainda há chance!

Clama enquanto há fôlego!
Luta enquanto há forças!
Alegra-te enquanto há esperança!

Ontem eramos pó, hoje bate o nosso coração, amanhã voltaremos a ser pó!

Aproveita fazendo o que faz sentido, que está nEle!

A essência que quero transmitir através de algo em mim por ti, não está simplesmente na técnica que poderá ser louvada por alguém ou "alguéns" terrenos.
Olhando para ti sentado no centro, e vendo tantos músicos celestiais à tua volta capacitados para dar show em qualquer artista,
Percebo que só existe um método para nós, "formigas" de fazer com que olhes para nós e vejas algo especial. É transmitir todo o amor que temos por ti, não só em corpo, mas em espírito e em verdade!
Essa essência chama-me Adoração.


"Que darei a ti por todos os benefícios que me tens feito?" Sl 116:12
Às vezes olho para mim e vejo tantos problemas, olho para ti e vejo tantas soluções.

Por vezes até ofereço algo para te agradar.
Existem momentos, que até dou o melhor de mim para compensar tudo!
Mas mesmo dando isto, dando tanto,dando tudo,
Foi simplesmente a tua mão que me guiou, guardou, e permitiu que tivesse mais um dia de vida a te oferecer o que tanto desejo.
Entendo perfeitamente o que o poeta expressou,
É o mesmo que expresso hoje:

Que digno sou eu, para te oferecer algo, que digno sou eu para que aceites algo.

Sendo eu tão pequeno, tão falho... Por mais que esse algo seja grande, nunca  vai ser comparado à tua grandeza e às tuas obras sobre mim. 

Guia-me com a tua grande mão.  É o que te peço.



Tantos dias que passei por momentos de simples falta.
Consegui ter o prazer de conquistar o que necessitava, 
Mesmo assim não me senti completo.

Tentei prazeres momentâneos.
Tentei enganar-me a mim mesmo com emoções.
Tentei encontrar-me a fugir da verdade.

Obrigado Pai, por me dares o entendimento do sentido disto tudo.

Descubri-te, descubri-me!